sexta-feira, 27 de março de 2015

Série letras e poesias antigas: Lembranças Eternas (1988)

                                                              escrito em parceria com o Lucas
Guilhotina, manchadas de sangue
Paradeiro, de um tempo perdido
Floresce, um desejo de vingança
Abafado, pela distância rompida.

Teu ódio, entre quatro paredes
Sem amos, e prosperidade
Encarna, abaixo dos templos
Viverás, pela eternidade

A luz e o clamor do teu corpo
O brilho, desejo dos olhos
Agora, tudo é passado
Que andará, sempre junto de ti.

Tua morte, sendo anunciada
Teus olhos, cuspindo fogo
A lâmina, atravessa o pescoço
A morte, toma conta de ti

O povo, gritando teu nome
Teu filho, que acabou de nascer
São lembranças, de uma droga de vida
Que um dia, arrancaram de ti




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